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Feiras de Economia Criativa se unem, apresentam protocolo com apoio de Police Neto e serão liberadas na Fase Verde

O prefeito Bruno Covas assinou, nesta quinta (24), os protocolos de segurança em saúde para a reabertura de atividades culturais e eventos, o que deve ocorrer assim que São Paulo avance para a Fase Verde do Plano SP, possivelmente no próximo dia 9. Festas e show, ou qualquer evento para mais de 2 mil pessoas seguem vetados. Se a expectativa de público superar 600 pessoas, a Vigilância Sanitária terá de conceder uma autorização especial para a realização do evento. feiras de economia criativa, que contaram com a colaboração direta do vereador Police Neto, estão contempladas.

“Unindo ao mesmo tempo a oferta de produtos e serviços autorais, gastronomia e atividades culturais, a retomada das feiras de economia criativa é fundamental para milhares de famílias de pequenos artesãos, produtores e artistas, mas também para a cidade”, disse o parlamentar, que apoia esse tipo de evento há vários anos como forma de estimular a ocupação e valorizar espaços públicos, além do próprio empreendedorismo e atividades culturais, que já fazem parte da identidade paulistana. “Fiz questão de colaborar para a união do setor e interlocução com a Prefeitura. Com toda a responsabilidade e cuidado, os principais organizadores de feiras apresentaram seu protocolo no fim de julho para a Secretaria de Turismo, que reconheceu a criatividade como um dos principais bens da nossa cidade.”

Da esquerda para a direita, Beto Lago, do Mercado Mundo Criativo, Vera Nunes Santana, da Feira Preta, Mari Pini, da FIC, o secretário de Turismo, Michel Calderaro, o vereador Police e Vander Lins, que coordena o fomento a eventos públicos na secretaria.

Iniciada em 2019, a Rede de Feiras Criativas de São Paulo se consolidou diante da necessidade de expositores e produtores buscarem caminhos para enfrentar a crise provocada pela pandemia. Trata-se da primeira organização conjunta das feiras na cidade, hoje com 39 representantes. “Mesmo ainda em formação, a Rede de Feiras Criativas mostra sua força e prova que o diálogo e o espírito coletivo são o melhor caminho para lidar com o poder público”, afirmou Police. “Os organizadores dessas feiras foram extremamente responsáveis. Em nenhum momento agiram para retomar suas atividades a qualquer custo, desconsiderando a saúde dos paulistanos.”

O vereador e sua equipe se colocaram à disposição do coletivo para auxiliar na construção do protocolo e da própria rede. O primeiro encontro, no ano passado, foi convocado em parceria com Mari Pini, do Instituto Design Público, organizadora do Mercado FIC. Em maio, produtores de dezenas de feiras passaram a se reunir semanalmente para discutir a criação do protocolo, de demandas ao Poder Público e construir sua própria estrutura interna. Fazem parte da Rede: Bazar da Praça, Bazar das Meninas, Bazar Ógente, Bendito Mercado, BEFW – Brazil Eco Fashion Week, Coletivo Pinheiros, Comida de Herança, Fair&Sale, Criativa Mente, Feira da Vila Madalena, Pop Plus, Foca, Feira do Bem, Feira na Rosenbaum, Nois por nois, Misturô, Feira Preta/Gentilização, Sabor Nacional, Vida Leve, Feirinha da Ida, Foto Feira Cavalete, Mentes Criativas Fair, Mercado Manual, FIC – Feira de Intercâmbio e Criatividade, Feira Ofício, Feira Selva, Giro Artesanal, Mamma Mia, Mercado Barrafunda Autoral, Mercado das Madalenas, Mercado Mundo Criativo, Mixtura Criativa, Pitanga Curadoria para Crianças, Quintal SP, Slow Market Brasil.

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