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Festa de Sant’Ana neste domingo celebra 125 anos da igreja matriz e título de Basílica

Igreja em torno da qual nasceu e cresceu o bairro de Santana e boa parte da Zona Norte da Cidade, a Paróquia de Sant’Ana celebra, neste domingo (26/7), o dia da padroeira de São Paulo, o jubileu de 125 anos de fundação e a homenagem especial recebida do Vaticano, a elevação da paróquia à condição de Basílica Menor.

A festa da padroeira será diferente este ano, em função da pandemia do novo coronavírus. Serão realizadas quatro missas ao longo do dia abertas ao público, mas com lotação limitada e uma série de medidas de controle de segurança sanitária. Todas terão transmissão pela página da Basílica no Facebook, assim como a missa solene que será presidida pelo cardeal Dom Odilo Pedro Scherer. Restrita a membros do clero e alguns poucos convidados, a solenidade das 15 horas é a que marca a consagração da igreja como Basílica Menor.  “Trata-se de uma comunidade de fiéis muito unida e solidária, conduzida com toda dedicação pelo Padre José Roberto Abreu de Mattos e por Dom Jorge Pierozan”, diz o vereador Police Neto. “A então paróquia e agora Basílica de Sant’Ana é uma inspiração para toda a cidade.”

Projeto de lei do vereador aprovado recentemente pela Câmara e à espera de sanção pelo prefeito Bruno Covas incluiu o 26 de julho no calendário oficial da Cidade. Muita gente não sabe, mas Sant’Ana foi patrona e protetora da cidade e da Arquidiocese de São Paulo. Como conta o site da Basílica, “documento do Papa Pio VI, de 31 de maio de 1782, elege Sant’Ana como protetora e patrona da Cidade e da Diocese de São Paulo. Em 2008, por ocasião do Ano Paulino, o Papa Bento XVI declarou São Paulo padroeiro da Arquidiocese”.

O culto a Sant’Ana começou na Idade Média, oficializado em 1378 pelo Papa Urbano IV. Mãe da Virgem Maria, ela é considerada protetora das mães e também das famílias ao lado do esposo, São Joaquim. No dia 26 de julho, também é comemorado o dia dos idosos e dos avós.

Basílica Menor
De acordo com reportagem do Jornal O São Paulo, “para receber o título de basílica menor, a igreja deve ser reconhecida um centro de atividade litúrgica e pastoral, sobretudo para as celebrações da Eucaristia, da Reconciliação e dos outros sacramentos, ‘sendo exemplar quanto à preparação e desenvolvimento, fiéis na observância das normas litúrgicas e com a ativa participação do povo de Deus’, como ressalta o decreto Domus Ecclesiae“. É esse decreto (Domus Ecclesiae quer dizer Casa da Igreja) que define os tipos e hierarquia das igrejas dentro de uma diocese. O título de Basílica Menor também reconhece a relevância histórica, arquitetônica e artística da igreja matriz de Sant’Ana, construída entre 1896 e 1936. Leia a reportagem completa aqui.
 

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