Maior evento do setor, Summit Mobilidade Urbana 2020 tem participação de Police Neto

Maior e mais importante evento sobre mobilidade urbana do hemisfério sul, o Summit Mobilidade Urbana, organizado pelo Estadão, debate nesta edição os efeitos da pandemia e como tornar as cidades mais inclusivas e democráticas a partir do meio com o qual as pessoas se locomovem. Serão ouvidos diversos especialistas na área. O vereador Police Neto, único parlamentar convidado, participa do painel “Diversificar Opções de Deslocamento” ao lado da secretária de Mobilidade e Transportes da cidade de São Paulo, Elisabete França, do presidente da CCR Mobilidade, Luis Valença, e da diretora de Desenvolvimento de Negócios da Mastercard, Fernanda Caraballo.

Especialista em mobilidade, Police é autor do Estatuto do Pedestre (Lei nº 16.673/2017), que cria um sistema de informações sobre a mobilidade a pé e prevê padrões de qualidade e acessibilidade para travessias e calçadas e do programa Bike SP (Lei nº 16.547/2016), que incentiva o uso de bicicletas no lugar do carro e do ônibus.

O vereador também é autor de diversos projetos em tramitação na Câmara que visam tornar a cidade mais moderna e justa do ponto de vista da locomoção das pessoas. Alguns exemplos nesse sentido são o PL 119/2020, que institui na cidade a operação de ônibus por aplicativos; o PL 511/2018, que propõe políticas de incentivo ao trabalho à distância, o home office; e o PL 421/2015, que regulamenta o transporte individual por apps e que serviu de inspiração para a regulamentação deste tipo de serviço em São Paulo, decretada em 2016. “A mobilidade sempre foi uma das minhas paixões porque ela traz muitas respostas para quem deseja uma São Paulo moderna, funcional e sustentável. Amar a cidade e não amar a mobilidade, pra mim, é quase uma contradição”, afirma o vereador.

Dentre os demais debatedores do dia estão Vítor Del Rey, presidente do GUETTO (Gestão Urbana de Empreendedorismo, Trabalho e Tecnologia Organizada) e Bianca Alves, especialista sênior em transporte urbano do Banco Mundial.

O Estadão Summit Mobilidade Urbana 2020 ocorre na próxima quarta-feira (12/8) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente neste link.

Nova UPA Anhanguera: obras começam no início de 2020

O vereador Police Neto se reuniu, na manhã desta quinta-feira (24/10), com o Secretário Municipal de Saúde, Edson Aparecido, servidores municipais, o conselho gestor da AMA/UBS Parque Anhanguera, além de moradores da região para tratar de diversos assuntos relacionados aos serviços de saúde prestados no território.

Um dos destaques da reunião foi a construção da nova UPA Anhanguera. Segundo o parlamentar, os investimentos serão feitos pelo Programa Avança Saúde, realizado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que vai injetar US$ 200 milhões (cerca de R$ 600 milhões) em toda a rede pública municipal de saúde.

As obras devem ser iniciadas no começo de 2020, porém ainda não há a informação sobre qual será o porte da UPA e seu volume de atendimento à população. As UPAs podem ter desde 7 leitos de observação e capacidade de atender 150 pacientes/dia em média, até 15 leitos de observação e capacidade de atender 350 pacientes/dia em média). A UPA Anhanguera será construída na rua Ricardo Dalton com a rua Alberto Gentile, no Jardim Santa Fé.

Reforma UBS/AMA Anhanguera

Quem esperava pela revitalização da UBS/AMA Anhanguera, inaugurada em 2008, também já pode comemorar, pois já é certo que o equipamento passará não só por reforma, como será ampliado. A UBS/AMA, que hoje tem capacidade para 10 mil consultas/mês aumentará sua amplitude de atendimento, podendo acolher um número maior de pacientes. Segundo o Secretário, as obras deverão começar ainda neste ano.

Além disso, o novo prédio da UBS Morro Doce receberá um aporte de R$ 1 milhão, sendo metade oriunda de verbas municipais da pasta de saúde e o restante de emendas parlamentares de vereadores. Não há maiores detalhes sobre o assunto.

SPDM fica

A possível saída da SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), que administra e gere os serviços públicos de saúde na região, foi um dos temas discutidos e, depois de meses à espera de uma resposta definitiva da Prefeitura sobre o imbróglio, ficou acordado que a associação será mantida nos equipamentos, quais sejam a AMA Anhanguera I, AMA Perus, AMA /UBS Parque Anhanguera e AMA Especialidades Perus.

A informação é uma grande vitória para os moradores locais e para os servidores, já que a SPDM vinha desenvolvendo um trabalho há anos no serviço público de saúde. A troca da gestão significaria recomeçar do zero a aproximação com os moradores, conhecer seus problemas e demandas, etc.

Outros investimentos

O vereador Police também atuou para a finalização das obras da nova UPA Perus, que se arrastava desde 2015. Ele destinou emendas parlamentares no valor de R$ 1 milhão e o equipamento agora aguarda os últimos ajustes para ser inaugurado. Questionado sobre os recorrentes atrasos para a inauguração do equipamento, o Secretário Municipal de Saúde disse que esta deve acontecer no final do mês de novembro. Ele assegurou que a obra está finalizada e que o imóvel passa pelas instalações finais de equipamentos e mobília.

Com uma área construída de 2.100 m², a unidade contará com 18 leitos para acolher a comunidade e capacidade de atender até 16 mil pacientes por mês. No total, a UPA Perus recebeu investimentos de R$ 6,5 milhões. A UPA contará com um quadro de 400 funcionários, fazendo parte deste todos os servidores do Pronto Socorro Perus, e o restante será composto por novas contratações.

Veja abaixo, ainda, outros recursos do mandato do vereador Police que foram destinados à saúde nos distritos de Perus e Anhanguera nos últimos meses:

Pronto Socorro Perus e Ambulatório de Especialidades Perus

R$ 200 mil – troca geral do piso, obras de acessibilidade, revisão hidráulica, elétrica, do telhado e do quadro de força

UBS Jardim Rosinha

Valor: R$ 276 mil – Adequação da entrada de veículos, revisão geral elétrica, readequação de sistema de para-raios, instalação de refletores e ar-condicionado

UBS/AMA Parque Anhanguera

R$ 25 mil – instalação de equipamentos de ar-condicionado

UBS Morada do Sol

R$ 25 mil – instalação de equipamentos de ar-condicionado

UBS Morro Doce

R$ 25 mil – Instalação de equipamento de ar-condicionado a farmácia para ajudar a preservar medicamentos

Scoo assume operação de bicicletários das linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô

A CCR, grupo que opera as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata do metrô paulistano, e a Scoo, empresa de serviço de compartilhamento de patinetes e bicicletas elétricas, firmaram uma parceria que deve beneficiar milhares de usuários todos os dias em São Paulo.

É que a Linha 4-Amarela disponibilizará, a partir de dezembro, locais para o sharing de patinetes e bicicletas da Scoo em todas as estações em que opera. A parceria, inédita no mundo, oferecerá aos milhões de passageiros paulistanos a possibilidade da intermodalidade de viagens. “Estamos liderando o primeiro case global de integração. O que existe hoje é uma sugestão de uso dos modais, mas nós operaremos dentro das estações, com agentes treinados”, argumenta o CEO da Scoo, Denis Lopardo. “Para a SCOO, esse é um momento que marca o começo de uma nova história, de uma nova trajetória. Projetos inovadores e desafios é o que nos move e nos faz acreditar cada dia mais no poder transformador da mobilidade”, continua.

Para começar a tocar o projeto, a Scoo passou a operar, desde o dia 15 de novembro, os 13 bicicletários das linhas 4-Amarela e também 5-Lilás. “Além de manter o que já é oferecido, vamos garantir outros serviços aos usuários, como manutenção e locker”, adianta. Já em dezembro, quando a empresa passar a operar com sistema próprio, upgrades de serviços também serão oferecidos aos usuários”, diz.

De acordo com Lopardo, a integração é importante para quebrar um paradigma de como se deslocar na cidade de São Paulo. “Esse novo modelo de intermodalidade vai permitir que o usuário de transporte em massa possa escolher como fazer sua last mile (última milha, em português), se com patinete ou bicicleta. Vamos abraçar o usuário de uma maneira mais abrangente e completa, podendo, inclusive, reservar o modal que a pessoa precisa, garantindo o trajeto total da viagem”, completa Denis.

Para o vereador Police, que foi um dos mais importantes articuladores a viabilizar a operação de todas as empresas de micromobilidade na cidade de São Paulo, incluindo a Scoo – a primeira a operar no Brasil -, a iniciativa representa um grande avanço porque responde a uma questão estratégica na mobilidade. “Esta parceria permitirá ao usuário se deslocar porta-a-porta, que é uma das grandes necessidades para o transporte interligado em São Paulo”, afirma.

Até o primeiro trimestre do ano que vem, o compartilhamento de patinetes e bicicletas com o aplicativo da Scoo já estará em operação na linha 5-Lilás, e até o final do primeiro semestre de 2020, a linha 15-Prata. Agora, a expectativa é que não só outras linhas do metrô, mas estações de ônibus e trem também possam oferecer a intermodalidade para o deslocamento das pessoas de forma a expandir o conceito da mobilidade ativa na cidade.

Police se reúne com CMTT pela retirada de adesivos de carros de aplicativos

O vereador Police Neto se reuniu, na manhã desta quinta-feira (26/9), com o Conselho Municipal de Transporte e Trânsito para viabilizar a retirada dos adesivos que identificam os carros de transporte individual por aplicativos.

Exigência da categoria, a dispensa dos adesivos é encarada pelos trabalhadores como uma medida essencial para a diminuição do risco de assaltos e outros crimes durante o expediente. “Nos últimos 10 dias foram 3 assassinatos, mais de 200 assaltos e 8 espancamentos. Está claro que a identificação dos carros está gerando uma escalada de violência em algumas zonas, principalmente nas bordas da cidade”, afirma.

A reunião com o CMTT é a primeira medida adotada por Police para colocar em prática aquilo que cabe ao legislativo e que foi acordado durante audiência pública realizada na última terça (24/3), na Assembleia Legislativa de São Paulo, que reuniu centenas de motoristas, associações e representantes das operadoras Uber, 99, Lady Driver, Garupa e City. “Quando vidas estão em jogo não podemos perder tempo. Por isso já estamos trabalhando para tirar do papel as reivindicações que estão ao nosso alcance”, diz.

“Não faz sentido deixarmos mais de 150 mil motoristas no risco porque queremos ter um adesivo nos carros. A questão da vida é mais importante que a pressão política ou que a pressão por fiscalização, que não se mostra eficiente”, completa. O próximo passo, de acordo com o vereador, é levar a pauta dos adesivos ao Secretário de Mobilidade e Transportes, Edson Caram.

Veja as 13 reivindicações:

1 – Permissão de Comunicado de Roubo pelo motorista na internet para complementação posterior na delegacia responsável

2 – Reconhecimento Facial do passageiro

3 – Foto de Cadastro nítida

4 – Botão de Emergência

5 – Câmera a bordo

6 – Remoção dos adesivos

7 – Acompanhamento maior dos casos já ocorridos

8 – Delegacia Especializada em crimes contra trabalhadores de app

9 – Destino exato do Passageiro

10 – Anulação da cláusula do contrato que permite plataformas punir motoristas por cancelamentos

11 – Pontos de embarque nas comunidades

12 – Conscientização dos aplicativos para os passageiros terem o hábito de embarque imediato (principalmente à noite)

13- Que empresas permitam aos motoristas escolherem a forma de pagamento

Mobilização de motoristas de aplicativo pressiona empresas por mais segurança

Centenas de motoristas de transporte por veículos particulares conseguiram, ontem, em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo, que representantes das empresas prestadoras do serviço assinassem uma carta firmando compromisso para garantir a eles maior segurança.

O encontro aconteceu por conta dos muitos relatos de motoristas denunciando serem vítimas de crimes recorrentes como assaltos e sequestros relâmpagos. Mais recentemente, a pressão pela audiência ficou ainda maior depois que três trabalhadores foram assassinados neste mês em São Paulo enquanto trabalhavam.

Dentre as 13 reivindicações propostas pela categoria estão o reconhecimento facial dos usuários, a instalação de câmeras nos carros, saber o destino final dos passageiros e a instalação de um botão de emergência nos veículos. Agora, Uber, Cabify, 99 e outras operadoras têm 30 dias para, em nova audiência pública, responder aos trabalhadores o que será feito.

Para o vereador Police, que articulou a reunião em parceria com a deputada estadual Isa Penna, embora alguns dos pedidos não sejam possíveis de serem viabilizados em um mês, como a instalação de câmeras, as empresas podem tomar outras providências. “Pode não dar para implementar um sistema de vigilância, mas há condição para outras medidas, como mostrar o destino final do passageiro ou permitir que o parceiro veja uma foto de quem está chamando a corrida”, diz.

O parlamentar também disse que parte da responsabilidade para garantir maior segurança aos motoristas cabe ao poder público. “Nas reivindicações há a implementação de uma delegacia especializada em crimes contra trabalhadores de app e a remoção dos adesivos dos carros. Eu e minha colega deputada Isa trabalharemos no sentido de viabilizarmos esses pedidos, tanto na Câmara quanto na Alesp”, afirmou.

A gerente de políticas públicas da Uber, Flávia Annenberg, disse que a empresa tem trabalhado para melhorar a segurança dos motoristas. “Estamos investindo R$ 250 milhões nos próximos quatro anos em um centro de desenvolvimento tecnológico em São Paulo e já apresentamos algumas ferramentas como o YouCheck, que valida a identificação dos usuários”, ponderou.

Na audiência estiveram presentes ainda representantes da 99, LadyDriver, City, além de várias associações de motoristas.

Acordo começa a sair do papel

O vereador Police Neto se reuniu, na manhã desta quinta-feira (26/9), com o Conselho Municipal de Transporte e Trânsito para viabilizar a retirada dos adesivos que identificam os carros de transporte individual por aplicativos.

Exigência da categoria, a dispensa dos adesivos é encarada pelos trabalhadores como uma medida essencial para a diminuição do risco de assaltos e outros crimes durante o expediente. “Nos últimos 10 dias foram 3 assassinatos, mais de 200 assaltos e 8 espancamentos. Está claro que a identificação dos carros está gerando uma escalada de violência em algumas zonas, principalmente nas bordas da cidade”, afirma.

A reunião com o CMTT é a primeira medida adotada por Police para colocar em prática aquilo que cabe ao legislativo e que foi acordado durante audiência pública realizada na última terça (24/3), na Assembleia Legislativa de São Paulo, que reuniu centenas de motoristas, associações e representantes das operadoras Uber, 99, Lady Driver, Garupa e City. “Quando vidas estão em jogo não podemos perder tempo. Por isso já estamos trabalhando para tirar do papel as reivindicações que estão ao nosso alcance”, diz.

“Não faz sentido deixarmos mais de 150 mil motoristas no risco porque queremos ter um adesivo nos carros. A questão da vida é mais importante que a pressão política ou que a pressão por fiscalização, que não se mostra eficiente”, completa. O próximo passo, de acordo com o vereador, é levar a pauta dos adesivos ao Secretário de Mobilidade e Transportes, Edson Caram.

Veja os 13 itens apresentados pelos trabalhadores:

1 – Permissão de Comunicado de Roubo pelo motorista na internet para complementação posterior na delegacia responsável
2 – Reconhecimento Facial do passageiro
3 – Foto de Cadastro nítida
4 – Botão de Emergência
5 – Câmera a bordo
6 – Remoção dos adesivos
7 – Acompanhamento maior dos casos já ocorridos
8 – Delegacia Especializada em crimes contra trabalhadores de app
9 – Destino exato do Passageiro
10 – Anulação da cláusula do contrato que permite plataformas punir motoristas por cancelamentos
11 – Pontos de embarque nas comunidades
12 – Conscientização dos aplicativos para os passageiros terem o hábito de embarque imediato (principalmente à noite)
13- Que empresas permitam aos motoristas escolherem a forma de pagamento

PL do Teletrabalho é aprovado em primeira votação

Em sessão plenária realizada nesta quarta-feira (18/9), os vereadores da Câmara Municipal aprovaram, em votação simbólica, o projeto de lei 511/2018, de autoria do vereador Police Neto, que institui uma política municipal de incentivo ao teletrabalho.

Construído em conjunto com entidades do setor privado, o projeto, se transformado em lei, coloca a cidade de São Paulo em posição de vanguarda por ser a primeira metrópole do planeta a criar uma legislação específica para o incentivo do trabalho remoto.

Já disposto na nova legislação trabalhista, o teletrabalho se mostra uma tendência mundial que ganha cada vez mais adeptos, inclusive no Brasil. Prova disso é a recente publicação no Diário Oficial que informa que a Secretaria da Fazenda criou um programa piloto de teletrabalho no Núcleo de Inteligência Fiscal da receita da cidade com a exigência de que o servidor que quiser se inscrever deverá produzir 20% a mais que no regime interno.

Os incentivos dispostos no projeto de lei serão destinados tanto às empresas, quanto aos trabalhadores. “O texto prevê descontos de até 1 na alíquota do ISS (Imposto Sobre Serviços) das empresas que adotarem este método de trabalho”, afirma Police. Os funcionários, por sua vez, receberão incentivos no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). “Aqueles trabalhadores que necessitarem adaptar suas residências para poderem exercer sua profissão poderão receber desconto de um exercício fiscal”, explica o vereador.

O parlamentar salienta que o sistema de teletrabalho permite ainda outras vantagens. “Em home office, o funcionário pode escolher como gastar o tempo que economizará com os deslocamentos. Se antes ele perdia duas horas todos os dias para ir ao trabalho, agora ele tem esse mesmo tempo para ficar com a família, praticar esporte, passear”, diz.

Outro ponto de destaque do PL 511/2018 é que ele favorece um efeito em cascata sobre a cidade. Com milhares de pessoas deixando de se deslocar todos os dias, há emissão de gases de efeito estufa, menos trânsito e mais oferta de transporte público. “Por outro lado, as regiões periféricas passam a receber uma maior ativação da economia e do comércio local”, pondera Police.

UBS Parque da Lapa é reformada

Uma parceria entre o Conselho Gestor da UBS Parque da Lapa e o mandato do vereador José Police Neto resultou numa reforma há tempos reivindicada pelos usuários e conselheiros da unidade. Agora o equipamento conta com uma sala de espera adequada para receber os pacientes e seus acompanhantes, além de uma nova sala de farmácia, que atende os devidos cuidados para armazenar medicamentos. A fachada também foi revitalizada, melhorando o aspecto geral da unidade. As intervenções foram realizadas com recursos de emenda parlamentar do vereador José Police Neto. “São R$ 80 mil que fizeram a diferença porque a comunidade acompanhou onde o recurso deveria ser investido”, disse Police em entrevista a um jornal da região. “No segundo semestre, vamos trabalhar para providenciar a acessibilidade.”

A unidade recebe cerca de 13 mil pessoas por mês. “Essa é uma unidade requisitada, bastante utilizada por uma população idosa. Não faz sentido ter um prédio de saúde sem acessibilidade”, completou o parlamentar.

O gerente da UBS Parque da Lapa, Adriano Fernandes Ogera, aprovou as mudanças e disse que elas devem refletir no serviço prestado à população. “A obra adicionou um bom espaço para a comunidade com uma recepção que antes não tínhamos e que vai oferecer abrigo e conforto para os usuários”, afirmou o gerente, em entrevista ao mesmo jornal. “Também teremos um melhor atendimento com a separação da farmácia, que ficou com uma entrada pela lateral. Assim nós conseguimos desviar o público da única entrada central da unidade e oferecer um acesso melhor a todos.”
Apesar de a emenda ter sido aprovada no orçamento de 2017, diversos problemas atrasaram sua execução. “Tivemos de batalhar bastante para garantir que as benfeitorias fossem feitas, mas a mobilização dos gestores do conselho foi decisiva. É muito bom poder contar com um Conselho Gestor tão ativo”, disse Police.

Eleição para conselho

A eleição do Conselho Gestor, que acompanha a administração da unidade, está marcada para o próximo dia 22 de maio. Para participar, é preciso apresentar comprovante de residência e documento com foto até o dia 15 (quarta-feira), entre as 7h e 18h, na própria UBS. Qualquer cidadão que resida na região pode participar do processo.

Aplicativos de serviço são maiores empregadores do país

Quando o vereador José Police Neto apresentou o projeto de lei 421, ainda em agosto de 2015, que regulamentava o uso dos aplicativos para transporte na capital paulista, vislumbrando para cidade o que já era uma realidade em outras metrópoles, muitos setores da sociedade e parlamentares observaram a medida com desconfiança ou fizeram pressão para que o texto não caminhasse na Câmara.

Pouco mais de três anos depois, é inegável a transformação pela qual passaram todos os 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, tanto nos quesitos mobilidade urbana, qualidade de serviço, liberdade de escolha por parte dos consumidores, como geração de empregos.

Segundo informações levantadas pela Uber, o número de motoristas cadastrados no app só na cidade de São Paulo chega a 150 mil. Em todo o território nacional, a empresa conta com cerca de 600 mil parceiros em mais de 100 cidades, além de 22 milhões de usuários.

Estes números ficam ainda mais expressivos com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a sondagem – divulgada pelo Estadão no último dia 27 , hoje, 17% de todos os autônomos no Brasil têm os aplicativos, incluindo apps de diversos serviços, como principal fonte de renda, o que representa 3,8 milhões de pessoas em um universo de 23,8 milhões de trabalhadores.

Outro dado relevante, divulgado pelo Instituto Locomotiva, dá conta de que aproximadamente 17 milhões de brasileiros, entre profissionais liberais, autônomos e mesmo pessoas que têm outros empregos, utilizam algum aplicativo para obter renda regularmente.